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5 dicas para evitar um ataque hacker na sua empresa

3 min de leitura

Foto em close de um teclado com as teclas iluminadas por uma luz azul.

Resumo rápido

  • Muitas invasões exploram descuidos comuns, e não técnicas sofisticadas.
  • Senhas longas, um gerenciador de senhas e verificação em duas etapas fecham a porta mais usada.
  • Atualizações precisam de responsável e acompanhamento, senão alguém esquece.
  • O backup só ajuda se estiver separado da rede principal e tiver a restauração testada.
  • Comece pelo ponto em que a empresa está mais exposta e depois transforme as cinco práticas em rotina.

Quem sabe a senha de administrador da sua empresa hoje? E quem deixou de ter acesso quando saiu o último funcionário?

Segurança da informação não começa com uma ferramenta cara. Começa com perguntas como essas, respondidas com clareza. Muitas invasões em empresas pequenas e médias exploram descuidos comuns, e não técnicas sofisticadas.

Estas cinco práticas cobrem boa parte desse caminho.

As cinco práticas em volta dos dados da empresa

  1. Equipe que reconhece o golpe

    Muitos ataques chegam por e-mail ou mensagem e dependem de uma pessoa clicar.

    1. Senhas fortes e verificação em duas etapas

      Mesmo que a senha vaze, quem a tem não consegue entrar.

      1. Atualizações em dia

        Fecham falhas que já têm correção e que o ataque costuma usar.

        1. Acesso só para quem precisa

          Quanto menos pessoas com acesso total, menor o estrago se uma conta for comprometida.

          1. Backup testado e separado

            Fora da rede principal e com a restauração testada, permite voltar a trabalhar.

            1. Os dados da empresa
Nenhuma prática basta sozinha. Se o pior acontecer, o backup é o que permite voltar a trabalhar.

Senhas fortes e verificação em duas etapas

Senhas curtas, repetidas ou guardadas em planilha são o ponto de entrada mais comum. Peça senhas longas, diferentes para cada serviço, e guardadas em um gerenciador de senhas.

A verificação em duas etapas acrescenta uma segunda confirmação, geralmente no celular. Mesmo que a senha vaze, quem a tem não consegue entrar. Comece pelo e-mail e pelos acessos de administrador.

Atualizações em dia

Fabricantes corrigem falhas de segurança o tempo todo. O ataque costuma usar justamente uma falha que já tem correção, mas que ainda não foi instalada.

Computadores, servidores, roteadores e programas precisam de atualização regular. Quando ela depende da memória de alguém, em algum momento é esquecida. O ideal é que seja um processo, com responsável e acompanhamento.

Backup que foi testado e fica separado

Se o pior acontecer, o backup é o que permite voltar a trabalhar. Para isso, ele precisa estar separado da rede principal, e alguém precisa ter testado a restauração.

Backup que nunca foi restaurado é uma aposta. Se quiser entender como organizar isso, leia a regra 3-2-1-0 para backup.

Equipe que sabe reconhecer o golpe

Muitos ataques chegam por e-mail ou mensagem e dependem de uma pessoa clicar. Treinamento não precisa ser longo: uma conversa curta, com exemplos reais, e uma regra clara para “na dúvida, pergunte antes de clicar”.

Vale também ter um canal fácil para a equipe avisar quando algo parecer estranho, sem medo de levar bronca.

Acesso só para quem precisa

Nem todo mundo precisa acessar tudo. Quanto mais pessoas têm acesso total, maior o estrago se uma conta for comprometida.

Revise quem acessa quais pastas e sistemas. Retire o acesso de quem mudou de função ou saiu da empresa. Isso reduz o risco e também organiza a casa.

Por onde começar

Você não precisa fazer tudo de uma vez. Escolha o item em que a empresa está mais exposta e resolva esse primeiro. Depois, transforme os cinco em rotina.

É esse acompanhamento contínuo que a segurança da informação da Celus assume dentro do contrato mensal: prevenir, em vez de correr atrás depois.

Próximo passo

Quer saber como a sua empresa está em relação a esses cinco pontos? Fale com a equipe Celus e conheça o serviço.

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