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Suporte de TI presencial ou remoto: quando usar cada um?

3 min de leitura

Foto de uma funcionária em pé ao lado da mesa de um colega, mostrando algo na tela do notebook dele, em um escritório aberto.

Resumo rápido

  • Suporte remoto ou presencial depende do problema, dos acessos disponíveis e de mexer ou não no ambiente físico.
  • O atendimento remoto serve para aplicativos e acessos, mas não promete resolver todo caso à distância.
  • Cabos, equipamentos desligados e falhas de conexão podem exigir alguém no local.
  • Ao abrir o chamado, diga qual atividade parou, quantas pessoas são afetadas e o que mudou antes.
  • Registre diagnóstico, ação e resultado no mesmo chamado, para o usuário não explicar tudo de novo.

Uma pessoa não consegue abrir o e-mail. Em outra sala, vários computadores perderam a conexão. Tratar os dois casos da mesma forma pode atrasar o atendimento.

Escolher entre suporte remoto e presencial depende do problema, dos acessos disponíveis e da necessidade de mexer fisicamente no ambiente.

Quando começar à distância

O atendimento remoto permite investigar configurações e acompanhar o que aparece na tela, quando há conexão e autorização para isso. É uma possibilidade para dificuldades em aplicativos e acessos, sem prometer que todo caso será resolvido dessa maneira.

A pessoa atendida deve saber quem está acessando, por qual ferramenta e com qual finalidade. Senhas não devem ser enviadas em conversas para facilitar o trabalho.

Quando a visita faz sentido

Cabos, equipamentos desligados e falhas que impedem a conexão podem exigir alguém no local. A avaliação inicial ajuda a identificar o que levar e quais pessoas precisam acompanhar a intervenção.

Atendimento remoto e visita presencial, lado a lado

Atendimento remoto

  • Quando serve: Dificuldades em aplicativos e acessos. Nem todo caso se resolve à distância.
  • O que precisa existir: Conexão e autorização da pessoa atendida.
  • Cuidado: A pessoa atendida sabe quem acessa, por qual ferramenta e para quê. Senhas não vão em conversas.

Visita presencial

  • Quando serve: Cabos, equipamentos desligados e falhas que impedem a conexão.
  • O que precisa existir: Alguém no local e uma avaliação inicial do que levar.
  • Cuidado: Combinar quais pessoas acompanham a intervenção.
A escolha depende do problema, dos acessos disponíveis e de mexer ou não no ambiente físico.

No suporte de TI empresarial, o importante é haver uma passagem organizada entre a investigação remota e a visita, sem pedir ao usuário que explique tudo novamente.

O que informar ao abrir o chamado

  • Qual atividade ficou impedida?
  • O problema afeta uma pessoa ou um setor?
  • Quando começou e o que mudou antes disso?
  • Existe alguma mensagem de erro?
  • Quem pode acompanhar os testes?

Evite reiniciar equipamentos compartilhados sem orientação. Uma tentativa isolada pode interromper o trabalho de outras áreas e apagar informações úteis ao diagnóstico.

Combine a passagem entre modalidades

Confira cobertura geográfica, horários e condições de visita na proposta. Registre no mesmo chamado o diagnóstico, a ação e o resultado.

Da investigação à distância à visita, no mesmo chamado

  1. Etapa 1: Chamado aberto

    Informa o que parou, quantas pessoas são afetadas e o que mudou antes.

  2. Etapa 2: Investigação à distância

    Com conexão e autorização, o técnico confere configurações e o que aparece na tela.

  3. Etapa 3: Visita, se for preciso

    Para cabos, equipamentos desligados ou falhas de conexão.

  4. Etapa 4: Registro único

    Diagnóstico, ação e resultado ficam no mesmo chamado. O usuário não explica tudo de novo.

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