Quem decide sobre a TI da empresa costuma perceber a necessidade pelo problema da semana: um computador que não liga, um e-mail que some, uma conta que ninguém sabe quem criou. Terceirizar não resolve tudo sozinho, mas faz mais sentido em alguns cenários do que em outros.
Empresa sem departamento de TI
Se a empresa depende de computadores, e-mail e rede todos os dias, mas não tem um setor de TI, alguém acaba resolvendo os problemas quando eles aparecem. Em geral, é um funcionário que entende um pouco do assunto. Quando ele sai de férias ou deixa a empresa, a operação fica sem quem conheça as senhas, os acessos e os equipamentos.
Nesse caso, um suporte de TI por contrato mensal dá à empresa uma área de TI organizada, com inventário, documentação e atendimento definido.
Equipe interna sem folga
Há empresas com um time de TI interno, mas sem tempo para mais nada. Ele apaga incêndios, e sobra pouco espaço para planejar a renovação de equipamentos, a segurança ou a organização das contas.
A terceirização, nesse caso, complementa o time. Assume rotinas e especialistas que faltam, cobre períodos de férias e libera a equipe para as decisões que dependem do conhecimento do negócio.
O que a terceirização muda em cada situação
Empresa sem departamento de TI
- Quem resolve hoje: Um funcionário que entende um pouco do assunto.
- O que falta: Se ele sai de férias ou deixa a empresa, ninguém conhece as senhas, os acessos e os equipamentos.
- O que a terceirização faz: Dá à empresa uma área de TI organizada, com inventário, documentação e atendimento definido.
Empresa com equipe de TI interna
- Quem resolve hoje: Um time de TI que apaga incêndios e tem pouco tempo para o resto.
- O que falta: Espaço para planejar a renovação de equipamentos, a segurança e a organização das contas.
- O que a terceirização faz: Complementa o time: assume rotinas e especialistas que faltam e cobre as férias.
Empresa que já tem TI e quer um complemento
Terceirizar não exige trocar quem já cuida da TI. O ponto que mais pesa é a divisão de tarefas: o que a equipe interna faz, o que a Celus assume e quem aprova cada decisão. Sem essa definição, o gestor não sabe a quem recorrer quando algo falha.
Quando pode não ser o caminho
Se a empresa tem pouca dependência de computadores, rede ou sistemas, a terceirização talvez não se justifique agora. Também não faz sentido contratar sem saber o que existe no ambiente. Um bom fornecedor começa por um diagnóstico e por um inventário, antes de propor qualquer escopo.
Como decidir
Antes de contratar, responda a três perguntas:
- Quem responde pelo ambiente de TI hoje?
- O que acontece se essa pessoa não estiver disponível?
- Como o custo de tecnologia é aprovado?
Se as respostas forem vagas, o problema já existe, com ou sem fornecedor. Veja como o suporte de TI da Celus é organizado e o que deve constar no contrato.
