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Testes de restauração de backup: como saber se ele funciona

3 min de leitura

Foto de um disco rígido aberto, com o prato e o cabeçote à mostra, sobre uma superfície azul-clara.

Resumo rápido

  • Backup concluído significa só que o programa copiou o que foi pedido, e não que dá para restaurar.
  • Teste em três níveis: um arquivo avulso, uma pasta ou sistema e um servidor inteiro em ambiente separado.
  • Meça quanto tempo a restauração leva para saber quanto a empresa fica parada se o servidor falhar.
  • Não há frequência única: o que vale é uma rotina cumprida, e também testar após mudanças importantes.
  • Anote o que foi restaurado, o tempo, quem fez e o que precisou de ajuste; o registro prova que funciona.

O relatório do backup diz “concluído com sucesso” todas as noites. Você já viu um arquivo ser restaurado a partir dele?

Esse é o ponto cego de muita empresa. Ela confia no aviso verde e só descobre o problema quando precisa da cópia: o arquivo está corrompido, falta uma pasta ou a restauração leva três dias, em vez de três horas.

Backup concluído não é backup restaurável

“Concluído” quer dizer que o programa copiou o que foi pedido. Não garante que:

  • a cópia está íntegra e abre normalmente;
  • tudo o que importa foi incluído na lista do que copiar;
  • alguém sabe fazer a restauração sob pressão;
  • o tempo necessário é compatível com o que a empresa aguenta ficar parada.

Só um teste responde a essas perguntas.

O que testar

Há três níveis, do mais simples ao mais completo:

Três níveis de teste, do mais simples ao mais completo

  1. Etapa 1: Um arquivo avulso

    Escolha um documento e recupere-o. Confirma que a cópia abre e está legível.

  2. Etapa 2: Uma pasta ou um sistema

    Restaure, por exemplo, a pasta do financeiro. Confirma que a lista do que é copiado está completa.

  3. Etapa 3: Um servidor inteiro

    Restaure o servidor em um ambiente separado. É o teste que mostra se a empresa realmente volta a operar.

Quanto tempo leva

Meça. Anote quanto tempo a restauração demorou do começo ao fim. Essa informação responde a uma pergunta do negócio: quanto tempo a empresa fica parada se o servidor falhar hoje?

Se a resposta não for aceitável, o problema é do desenho do backup, e é melhor descobri-lo agora.

Com que frequência

Não existe número único. O que importa é uma rotina que a empresa consiga cumprir. Como ponto de partida, restaure arquivos avulsos com frequência curta, e deixe a restauração completa de um servidor para um calendário mais espaçado, mas fixo.

Teste também depois de qualquer mudança importante, como troca de servidor, novo sistema ou mudança de pasta.

Registre o resultado

Cada teste deve deixar uma anotação curta: o que foi restaurado, quanto tempo levou, quem fez e o que precisou ser ajustado. Esse registro vale como evidência de que o backup funciona, e o histórico mostra se a empresa está melhorando.

Quem faz isso

Se o teste depende de uma pessoa lembrar, ele deixa de ser feito nas semanas de muito trabalho. No backup empresarial da Celus, o teste de restauração é feito periodicamente, como parte da rotina do contrato mensal.

Para conferir se a sua cópia está organizada, leia também a regra 3-2-1-0 para backup.

Próximo passo

Se ninguém na empresa restaurou um backup recentemente, comece por aí. Fale com a equipe Celus e veja como funciona o serviço.

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